Brasileiros podem debater tema da Rio+20 em site lançado pela ONU

c68 Brasileiros podem debater tema da Rio+20 em site lançado pela ONU

Rio de Janeiro – Os brasileiros que desejem contribuir com as discussões sobre desenvolvimento sustentável, tema da conferência Rio+20, que a Organização das Nações Unidas (ONU) realiza no Rio de Janeiro em junho, pode enviar textos, fotos ou vídeos para o site http://www.ofuturoquenosqueremos.org.br.

A iniciativa, apresentada hoje (14) no Rio, faz parte de uma campanha de conversa global lançada mundialmente pela ONU, com versões para o árabe, chinês, espanhol, inglês, francês e russo, línguas oficiais das Nações Unidas.

De acordo com o diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (Unic Rio) e porta-voz adjunto da Rio+20, Giancarlo Summa, a criação do site pretende mobilizar os brasileiros para que manifestem seu pensamento sobre como seria o futuro num mundo mais sustentável, apresentando problemas e sugestões.

“A discussão sobre desenvolvimento sustentável só será um sucesso se a opinião pública em cada país se envolver e fizer pressão sobre governos e empresas, com contribuições envolvendo o tripé economia, ambiente e social. A nossa proposta aqui no Brasil é envolver a sociedade civil nessa discussão, para que se manifeste sobre o que queremos para daqui a 20 anos”, explicou.

Summa ressaltou que parte do conteúdo postado será apresentada em telões de led no Riocentro, onde chefes de Governo e de Estado se reunirão durante a conferência. “Também estamos pensando em outras formas de fazer chegar diretamente ao governo brasileiro e a outros governos as propostas dessa conversa global, com formas mais inovadoras, com muita internet e pouco papel”, disse.

Ele explicou que o site estará no ar a partir de hoje e que vai receber as contribuições até o fim do ano. “O Brasil é um país muito conectado, onde a internet faz parte da vida de milhões de pessoas. Usando a rede, achamos que vamos influenciar as conversas sobre desenvolvimento sustentável”, destacou.

Para convocar a população a contribuir, foi produzida uma campanha multimídia exclusiva para o público brasileiro, intitulada Eu Sou Nós. Com depoimentos de pessoas famosas e brasileiros comuns, as peças serão veiculadas em televisão, rádio, jornais, revistas e internet. Além disso, uma série de anúncios será exposta em lugares púbicos explicando como participar da mobilização.

Outra iniciativa, também lançada hoje (14) pela ONU no Rio de Janeiro é a Agenda Total (AT), uma plataforma de conversação na internet que vai reunir todas as agendas da Rio+20, incluindo os eventos oficiais da ONU e os paralelos, promovidos pela prefeitura e pelo governo do estado, além da programação da Cúpula dos Povos e da sociedade civil.

Segundo Silvana de Matos, coordenadora da AT, o instrumento será a principal forma de interação da ONU com a sociedade brasileira durante a conferência. “São milhares de agendas e precisávamos integrá-las. Ao mesmo tempo, essa ferramenta vai ser o centro de documentação de todo o evento. As pessoas que estão ligadas às instituições [que vão participar da Rio+20] receberão login e senha e poderão publicar data e horário de seus eventos, além de disponibilizar vídeos e imagens em alta resolução”, explicou.

Silvana acrescentou que o projeto vai ajudar aos profissionais da imprensa na organização da cobertura dos eventos e também ao público em geral, que vai ficar sabendo o que vai acontecer na cidade durante a Rio+20. “O público em geral vai ver o que foi publicado, os eventos que acontecerão, os locais e como chegar a eles. Poderá também assistir a palestras e até fazer perguntas por chats”, enfatizou.

O serviço estará disponível no site www.agendatotal.org a partir de 8 de junho.

O debate online Rio+20, o Futuro Que Queremos lançado pela ONU servirá para promover o evento no Brasil e torná-lo mais popular. No Rio de Janeiro, por exemplo, enquanto a cidade se prepara para receber a conferência, nas ruas muitos cariocas ainda desconhecem o que será tratado durante a conferência.

A estudante Tatiana Cerqueira, de 17 anos, sabe apenas que não vai ter aula nos dias do evento. “Não estou sabendo de absolutamente nada. Só sei que não vai ter aula, porque os professores já comentaram, mas o que é o evento, eu não sei”, afirmou. O contador Marciele de Souza, de 49 anos, também disse não ter ideia do que se trata. “Não sei nada de Rio+20. Já ouvi falar, mas não sei o que é nem quando vai acontecer”, contou.

A auxiliar de escritório Cirlane de Jesus Santos, de 32 anos, disse ter “um pouco de conhecimento sobre o assunto”, mas não sabe como se envolver ou como participar. “Eu sei que é um projeto que aconteceu há vinte anos e que vai acontecer de novo esse ano e que vem muita gente de vários lugares. Mas não sei como participar ou o que eles vão discutir”, garantiu.

A Rio+20 acontece de 20 a 22 de junho, no Rio de Janeiro, e deve reunir milhares de pessoas, entre políticos, membros de organizações não governamentais (ONGs), representantes da sociedade civil e empresários, além dos chefes de Estado e de Governo. De acordo com a ONU, dos seus 193 países-membros, 183 já confirmaram presença.

Publicado originalmente na Agência Brasil.

Anvisa proíbe medicamento contra a obesidade

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, como medida de interesse sanitário, a apreensão e inutilização, em todo o país, dos lotes do medicamento Desobesi-M.

O registro do produto já havia sido cancelado pela Anvisa em dezembro de 2011. Entretanto, foram identificadas amostras falsificadas de alguns lotes o que levou a agência a publicar uma resolução determinando a inutilização de todos os produtos encontrados. A medida vale a partir desta segunda-feira (14). A detentora do registro era a empresa Aché Laboratórios Farmacêuticos S/A.
O produto era indicado no tratamento da obesidade e é contra-indicado a pacientes com distúrbios cardiovasculares, incluindo hipertensão, e a pacientes com hipertireoidismo e glaucoma. De acordo com a bula, o medicamento afeta o sistema nervoso central, podendo causar “vertigem, tremor, irritabilidade, reflexos hiperativos, fraqueza, tensão, insônia, confusão, ansiedade e dor de cabeça”.
O cancelamento do registro foi baseado em outras medidas, já adotadas pela Anvisa, em relação a medicamentos que causam dependência psíquica, compostos pelas substâncias anfepramona, femproporex e mazindol.

O bambu, quem diria, vira carvão

 Ideia nasceu na Universidade de Brasília

Já conhecido na construção civil como matéria prima que possibilita maior nível de sustentabilidade, o bambu, agora, é avaliado para produzir carvão vegetal. A pesquisa é de Alessandro Cézar de Oliveira Moreira, formado em Química pela Universidade de Brasília (UNB) e analista ambiental pelo laboratório de Produtos Florestais (Setor de Energia da Biomassa). A aposta considera a rapidez do crescimento desta planta e sua capacidade de produzir energia, além da possibilidade de reaproveitamento do bambu utilizado para outros fins.

De acordo com Alessandro, que realiza a pesquisa como parte de seu mestrado em Engenharia Ambiental na UNB, o eucalipto é a planta mais comum para a produção de carvão vegetal e a intenção não é substituí-lo, mas sim fazer do bambu uma forma complementar nesta produção. “O eucalipto é a forma legalizada e mais utilizada nas siderúrgicas. Mas a intenção é incentivar outras pesquisas, pois a maior oferta de matérias primas diminui a pressão em relação ao meio ambiente. O foco é reaproveitar material disponível do bambu que sobra de outras produções e usar no processo de carvão vegetal”, esclarece Alessandro.

Outro benefício ambiental do bambu em relação ao eucalipto é o fato de ele sequestrar carbono da atmosfera muito mais rápido. “Isso acontece justamente pela maior velocidade de crescimento”, explica o pesquisador. Ainda de acordo com ele, desde a década de 80 pesquisas sobre a utilização do bambu vêm sendo feitas nesta área. “A ideia é analisar propriedades e peculiaridades do bambu e encontrar possibilidades para a indústria ou outras funções”, diz Alessandro.

Com a pesquisa em andamento, iniciada em 2011, Alessandro conta que o tipo de bambu em estudo é conhecido por “bambu gigante”, cujo nome científico é Dendrocalamus giganteus. As amostras utilizadas para o estudo não possuem nenhum tipo de tratamento químico preservante e possuem a mesma idade que o eucalipto, para que seja possível a comparação das duas matérias primas: 3 anos.

“Essa parte da pesquisa usa resíduos de bambus que são utilizados na construção civil, para diversas finalidades, seja a construção de uma casa ou de um quiosque. Como sempre há sobras, decidimos testá-las na produção do carvão vegetal, ou seja, possibilitar pelo bambu a produção de energia. Apesar de não ser madeira, as características químicas e físicas do bambu são muito semelhantes às da madeira”, reforça o pesquisador.

O sistema – Para saber qual o potencial da planta como fonte de energia, os pesquisadores da equipe de Alessandro utilizam uma máquina chamada de reator de carbonização, responsável por transformar as amostras de matéria prima em carvão. “Em relação às características energéticas, nós analisamos o poder calorífico, os teores de voláteis, cinzas e carbono fixo das amostras”, acrescenta o pesquisador. De acordo com Alessandro, os teores de voláteis, cinzas e carbono fixo são obtidos pela queima de amostras do material em questão em uma Mufla – um forno para altas temperaturas, onde se obtém os referidos teores medindo as massas iniciais e finais das amostras, utilizando protocolos específicos.

O carvão vegetal – Também utilizado por brasileiros na maioria dos churrascos, o carvão vegetal é um recurso importante para movimentar a indústria siderúrgica – tanto nos processos de fabricação do aço quanto para gerar a energia elétrica usada nas fábricas.

O combustível substitui o carvão mineral, muito mais poluente, e é produzido majoritariamente a partir de plantações de eucalipto mantidas pelas próprias empresas. Além disso, Alessandro conta que o carvão é melhor nesses casos do que se a matéria prima original fosse usada na queima porque ele concentra mais energia em espaço menor.

RAQUEL LOBODA BIONDI

Celular reciclado

Ícone da modernidade, o celular tem múltiplas funções no nosso dia a dia. Nele, quase tudo pode ser visto, acessado, jogado. Dá até para telefonar! No Brasil, quase todos têm um… que vai ficar obsoleto e – descartado de maneira imprópria – pode se transformar em um vilão poluidor. No infográfico, saiba como o aparelho é produzido, de onde vêm suas matérias primas e os danos que seus resíduos podem causar na nossa saúde e na natureza se forem mal reciclados ou jogados nos lixões.

Na reciclagem do celular, um tesouro

De acordo com o relatório From Waste to Resources, do programa para o Meio Ambiente das Nações Unidas (Unep), 1 tonelada de celulares sem as baterias rende
• 3,5 quilos de prata;
• 340 gramas de ouro;
• 140 gramas de paládio;
• 130 quilos de cobre;

No 1,2 bilhão de celulares vendidos no mundo em 2007 foram usadas
• 300 toneladas de prata;
• 29 toneladas de outro;
• 11 toneladas de paládio;
• 11.000 toneladas de cobre.
Nas baterias de lítio (20 gramas), foram usadas 4.500 toneladas de cobalto.

O Brasil se liga no celular
Número de linhas por 100 habitantes*

Aparelhos de telefone celular por habitantes no Brasil (2000-2010)

 

O provável descarte
Número de aparelhos*

Telefone celular: descarte de aparelhos (2008-2009)

Reportagem André Albert novaescola@atleitor.com.br , Infografia Alessandro Meiguins, Fotos Dercílio
Fontes Anatel, Banco Mundial, Nokia, Sony Ericsson, Worldwatch Institute, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Convenção de Basileia – MPPI (Iniciativa de Parceria para Telefones Móveis).

Hidroponia: conheça os prós e contra nesse tipo de cultivo

 

A hidroponia é o cultivo de vegetais sem a utilização do solo, apenas com água associada aos elementos nutritivos, essenciais para o bom desenvolvimento das plantas. Foto: Invernaderos Inisa

Se durante um almoço em família alguma criança curiosa perguntar de onde vêm as verduras, frutas e hortaliças que estão na mesa, a resposta automática é que são plantadas na terra, certo? Nem sempre. Existem outras formas de cultivo, e uma das que vêm ganhando destaque é a hidroponia, quando as plantas não crescem fixadas ao solo, e sim na água. Neste caso, os nutrientes que elas necessitam para se desenvolver são dissolvidos na água que passa por suas raízes.

A hidroponia também pode ser auxiliada pelo uso de outros substratos como: cascalho, areia, vermiculita, perlita, lã de rocha, serragem, casca de árvore, etc., aos quais são adicionados uma solução de nutrientes contendo elementos essenciais para o desenvolvimento da planta.

Atualmente, a alface é a espécie mais cultivada, mas também pode-se plantar couve, melão, rúcula, brócolis, berinjela, tomate, arroz, morango, feijão-vagem, salsa, repolho, agrião, trigo, pepino, pimentão, forrageiras para alimentação animal, mudas de árvores e plantas ornamentais.

A técnica é uma alternativa bastante utilizada em países como Holanda, França, Estados Unidos e Japão, que apresentam condições adversas de clima, área e solo. No Brasil, a região Sudeste – especialmente o estado de São Paulo – concentra a principal produção hidropônica, mas o processo também é usado em outros estados e regiões do país. Além da comercialização com fins alimentícios, a hidroponia também é muito utilizada para estudo da potencialidade das plantas e alimentação animal.

O processo de hidroponia apresenta várias vantagens em relação às formas de cultivo tradicionais, como: crescimento mais rápido; maior produtividade; aumento da proteção contra doenças, pragas e insetos nas plantas; economia de água de até 70% em comparação à agricultura tradicional; possibilidade de plantio fora de época e rápido retorno econômico; assim como menores riscos perante as adversidades climáticas.

Na hidroponia, a planta não entra em contato com o solo e recebe os sais minerais que precisa em proporção equilibrada, dissolvidos em água. O resultado é uma planta mais forte e sadia, com qualidade nutricional e sabor equivalente aos vegetais produzidos nas práticas tradicionais de cultivo.

Mas o maior atrativo do sistema hidropônico é a isenção de resíduos agrotóxicos. Ao utilizar a hidroponia, o agricultor também evita a degradação dos solos e a agressão ao ambiente, além de economizar, pois reduz o uso de produtos químicos e a preocupação com a desinfestação de áreas para o plantio.

Dentre as desvantagens, está o alto custo inicial do processo, devido à necessidade de terraplenagens, construção de estufas, mesas, bancadas, sistemas hidráulicos e elétricos. Os equipamentos utilizados nas culturas hidropônicas devem ser mais sofisticados e precisos que os do cultivo no solo, o que torna sua aquisição, instalação e manutenção bem mais caras.

A grande dependência de energia elétrica exige gastos com prevenção tanto à sua falta quanto à falta de água. Qualquer falha ou erro de manejo pode acarretar um prejuízo bem maior e mais grave do que na agricultura tradicional, pois o sistema hidropônico é muito mais vulnerável.

Além disso, para que o negócio seja lucrativo, é necessário bastante conhecimento técnico e fisiológico: o agricultor precisa ficar atento à escolha das espécies de plantas mais adequadas, ao uso de recipientes apropriados e à aplicação correta de fertilizantes e materiais básicos para se obter sucesso com o cultivo hidropônico.

Nanda Melonio

Como fazer um saquinho de jornal

Onde você põe o seu lixo?

A grande justificativa das pessoas que dizem que “precisam” de sacolinhas plásticas é a embalagem do lixo. Tudo bem, não dá mesmo pra não colocar lixo em saco plástico, mas “Sacos de lixo Biodegradáveis” que são feitos com materiais orgânicos e de fibras vegetais levam bem menos tempo para se degradarem no solo assim causando menos impacto na Natureza.

Além disso será que não dá pra diminuir a quantidade de plástico no lixo?

Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana é usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa (da pia, do banheiro, do escritório). Se o lixo é limpo, como de escritório (papel de fax, pedaços de durex, etc.), pode ir direto para a lixeira sem proteção. No caso dos lixinhos da pia e do banheiro o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos. A idéia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja:

Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.

saquinho1

Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.

saquinho2

 

Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.

saquinho3

 

Vire a dobradura “de barriga para baixo”, escondendo a aba que você acabou de dobrar.

saquinho4

 

Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:

saquinho5

 

Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.

saquinho6

 

Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.

saquinho7

 

Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:

saquinho8

Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!

saquinho9

 

É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!

saquinho91

Que tal?

saquinho92

Pode parecer complicado vendo as fotos e lendo as instruções, mas faça uma vez seguindo o passo a passo e você vai ver que depois de fazer um ou dois você pega o jeito e a coisa fica muito muito simples. Daí é só deixar vários preparados depois de ler o jornal de domingo!

Ong João de Barro precisa da sua ajuda para salvar vidas

O diretor da Ong José Galvão, foi procurado pela coordenadora Sandra Vieira, responsável pela coleta de leite do hospital São Camilo, para realizar uma parceria tornando a ONG João de Barro, um posto de coleta de vidros com tampa plástica.

O Banco de Leite Humano do hospital São Camilo de Itu está precisando urgente de doação de potes de vidro com tampa plástica (tipo maionese ou café solúvel) para o armazenamento do leite materno, que ajuda a alimentação de crianças internadas na maternidade, cujas mães não podem amamentar.

Os recém-nascidos necessitam de leite humano para sobreviver, a doação de leite é fundamental, pois contribui para melhorar a saúde do bebê e, consequentemente, reduzir a mortalidade infantil.

Mas, para que o hospital consiga doar este leite aos recém nascidos é preciso que toda população se sensibilize da importância de doar os vidros para o armazenamento do leite.

O vidro doado vai para o banco de leite, onde passa pelo processo de esterilização. O leite alimenta bebês prematuros e aqueles internados no Centro de Tratamento Intensivo Neonatal e no berçário.

Os vidros podem ser doados a ONG João de Barro de segunda a sexta-feira das 8h às 21h. A sede da entidade esta localizada a Rua Jerônimo Gonçalves Meira, 61 – Vila Leis.

Alunos do curso de cabeleireiro realizam ação social no bairro Novo Itu

Os moradores da periferia do bairro Novo Itu, receberam nesta segunda-feira (16), os alunos do curso de cabeleireiro da Ong João de Barro.
O econtro foi marcado para proporcionar um dia de beleza a todos moradores daquela região. Foram realizados mais de cinquentas cortes gratuitamente.
Segundo o diretor da entidade José Galvão, além desta ação, os alunos também atendem a população realizando
cortes, escovas e tratamentos quimicos, tudo gratuitamente. Os interessados podem agendar pelo telefone (11) 2429-5773.
O curso de cabeleireiro é ministrado pelo professor Djair Vicente, que atua nesta área há mais de 25 anos.

ONG João de Barro abre inscrição para cursos de violão e flauta

As inscrições devem ser feitas na sede da ONG, os cursos são gratuito.


A ONG João de Barro está com as inscrições aberta para o curso de violão e flauta doce. As vagas são para crianças, adolescentes e adulto. Serão mistrada as aulas de violão das 8h30 às 10h, ou das 14h30 às 16 toda sexta-feira, pelo professor Anisio de Souza. Já o curso de flauta é de quinta-feira somente das 15h às 16h30, pelo professor Geraldo Domingues.

Para se inscrever é necessário que o responsável pelo menor apresente RG original e traga a sua cópia do RG, CPF, Titulo e comprovante de residência. A documentação do menor é somente xerox da certidão, uma declaração escolar, e uma foto 3×4.

As inscrições estão abertas até o dia 20 de abril e interessado deve pagar no ato da matricula a taxa única de R$ 30. A matricula deverá ser realizada por um responsável maior de 18 anos. Para mais informações ligue (11) 2429-5773 ou (11) 9899-4922.

A sede da ONG está localizada na Rua Jerônimo Gonçalves Meira, 61, bairro Vila Leis – Itu (próximo ao Batalhão da PM). O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira das 8h às 21h.

Reino Unido promete futuro bilionário para energia verde

Na luta contra o aquecimento global, o Reino Unido tem um senhor desafio pela frente, o de reduzir suas emissões de carbono em 80% até 2050. E para cumprir essa meta, o país vem apostando alto nas energias renováveis e se empenhando em desenvolver um ambiente estimulante e atrativo para o desenvolvimento de negócios verdes. Não por acaso, é um dos dez países do mundo que mais investe em inovação e tecnologia verde, segundo ranking do WWF e da consultoria Cleantech.

Em 2011, os investimentos em geração limpa no Reino Unido somaram quase 3,8 bilhões de dólares. Para os próximos dez anos, essa quantia de investimento deverá alcançar 220 bilhões de dólares, segundo afirmou Mark Priest, especialista da Agência Britânica de Promoção do Comércio e Investimento (UKTI), durante o I Fórum Britânico-Brasileiro de Energia Renovável, realizado em São Paulo.

Para atingir essa cifra – necessária para que o país cumpra a meta obrigatória de redução de emissão de gases de efeito estufa – o governo britânico vai ter que oferecer incentivos substanciais. Um exemplo recente disso são os já existentes 860 milhões de libras em incentivos para o sistema de “aquecimento renovável” de residências nos próximos quatro anos. Há mais pela frente.

“Já vemos grandes bancos, como o Morgan Stanley, lançando fundos de private equity para energia renovável, o que prova que investir em geração limpa é um bom negócio”, diz Priest. Segundo o especialista, as oportunidades para negócios verdes no Reino Unido são mais expressivas em áreas como eólica, energia das ondas e das marés, rede de transmissão elétrica e bioenergia.

Dono de 40% do potencial eólico de toda a Europa, o país é hoje o maior produtor mundial de turbinas de geração em alto mar (offshore) e até 2020 pretende instalar mais 32 GW, quase duas vezes o potencial de Itaipu. Já os projetos em terra firme (onshore), somam 5.7 GW em operação e mais 18GW estão em planejamento e implementação para os próximos anos.

De acordo com Priest, o New and Renewable Energy Centre (Narec), um organismo dedicado à aceleração e desenvolvimento de tecnologias limpas de geração de energia no Reino Unido, deve investir 40 milhões de dólares até 2013 em startups no setor. Além dos bons ventos, o país desfruta ainda de 35% de todo potencial europeu para produção de energia elétrica a partir de ondas e marés.

Quando o assunto é bioenergia, as metas impressionam, principalmente porque o país não tem tradição nessa seara. Para 2020, 17% de toda a área agrícola do Reino Unido deverá ser usada para cultivo de biomassa energética. “É uma mudança significativa no nosso processo agrário”, diz Priest, ressaltando que o Brasil tem muito a ensinar ao Reino Unido no que diz respeito à bioenergia.

Outro desafio que deve gerar oportunidades promissoras é o de conectar todas essas fontes alternativasà rede elétrica nacional. “Boa parte dos recursos estão no norte do Reino Unido, mas a maioria da população se encontra ao sul”, explica Priest.

Vanessa BarbosaExame.com

Frase da semana

"A educação deve ajuda o homem brasileiro a inserir-se criticamente no processo histórico e a libertar-se, pela conscientização, da síndrome do ter e da escravidão do consumismo".
Paulo Freire

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